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Muitas pessoas não se questionam ou não imaginam o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida de um indivíduo. O processo de aceitação deste problema é fundamental para promover a mudança. Ainda é difícil falar sobre o assunto ou procurar ajuda na medida que o tema ainda está envolto em crenças e estereótipos, tais como, pessoas que apresentam incontinência urinária inseridas na população com mais de 45 anos tendem a achar que é um processo natural da idade, mulheres no pós-parto pensam que é uma condição inerente a etapa de vida, acreditando ser eventual e passageiro, ou que é um processo degenerativo, jovens acham que foi um episódio de perda de controlo ocasional do seu corpo. Estas crenças e o receio de falar sobre o assunto com alguém, geralmente, dificultam a identificação do problema, o pedido de ajuda e o tratamento.

Algumas experiências sexuais só ocorrem na mente de um indivíduo, ou seja, em fantasia. Sejam elas quais forem, correspondem ao mundo subjectivo. Trata-se de uma propriedade privada, onde não há regras nem limites. As fantasias pertencem à dimensão do imaginário, ocorrendo num universo individual da mesma forma que os sonhos.

As fantasias sexuais nem sempre são lineares como uma história, com princípio, meio e fim. Por vezes, a fantasia é fragmentada ou focada em apenas uma cena específica. Geralmente as fantasias sexuais acompanham a masturbação e/ou as relações sexuais, aumentando a sensação de prazer.

Quando nasce um filho existem alterações físicas e emocionais. No entanto, a mudança que envolve a intimidade neste contexto é contínua, necessitando um processo de adaptação do casal.

Antes do nascimento do primeiro filho, o casal está mais envolvido um com o outro, possivelmente devido a fase de limerence, um estado de paixão, em que é propiciada a união e o conhecimento mútuo. O par está a identificar o que tem em comum, há um maior investimento na sexualidade, na descoberta, uma maior predisposição para aventura e experimentação. Após o nascimento do primeiro e consequentes filhos, a privacidade é invadida pela presença física de uma criança/adolescente e dos receios emocionais que isso acarreta.

O ciberespaço tem proporcionado aos seus utilizadores o conhecer e/ou vivenciar a sexualidade de diversas formas e com diferentes tipos de atitudes e comportamentos. Autores defendem que a sexualidade no ciberespaço foi a última revolução sexual obtida pelo Homem nos últimos tempos.

Na década de 90 tiveram início vários estudos para tentar perceber qual o impacto real da Internet sobre o comportamento sexual. Desde esta época os estudos variaram entre a descrição da Internet como meio que propicia o comportamento desviante e/ou aditivo, o uso da pornografia, o incentivo ao assédio sexual, pedofilia e tráfico de mulheres e crianças. No entanto, actualmente, classificam-se diferentes tipos de utilizadores, tais como recreativos (e. g. Apropriate e Inapropriate) e problemáticos (e. g. Discovery, Predisposed ou Lifelong Sexually Compulsive Group).

DepressãoNos últimos anos a depressão ganhou mais protagonismo, seja pelos elevados índices estatísticos da população portuguesa em relação ao consumo dos anti-depressivos, seja pelo relevante aumento da procura de ajuda para o sofrimento intenso que envolve custos pessoais e sociais bastante marcados.

A depressão é uma doença mental caracterizada por tristeza mais assinalada ou prolongada, perda de interesse por actividades habitualmente sentidas como agradáveis e perda de energia ou cansaço fácil. Trata-se de uma perturbação do humor, de gravidade e duração variável, que é muitas vezes recorrente e acompanhada por uma variedade de sintomas físicos e mentais, tais como humor triste persistente, perturbação do sono, perda de interesse ou de prazer pelas actividades habituais, diminuição da energia e fadiga, perda do apetite ou do peso (raramente aumento), diminuição da eficiência, auto-recriminação e culpa, incapacidade para se concentrar e tomar decisões, ansiedade, irritabilidade, agitação, lentidão e diminuição do desejo e das funções sexuais.

A vivência da sexualidade é um direito e uma condição fulcral para a qualidade de vida e bem-estar de um indivíduo. A saúde sexual e o bem-estar físico e emocional estão associados a factores orgânicos, psicológicos e sociais que condicionam a percepção de satisfação e a experiência prazerosa e segura da sexualidade.

A menopausa/climatério é um período crítico da sexualidade, envolvendo múltiplos factores que actuam, simultaneamente, de forma positiva ou negativa, e favorecem mudanças profundas na saúde emocional e fisiológica. Esta fase do ciclo de vida da mulher é representativa do fim do período reprodutor. Mas a sexualidade humana não tem como fim único a procriação e é também uma forma de comunicação, de obtenção de prazer e de interacção.

A chegada do climatério exige um processo de adaptação complexo. Com o aumento da esperança de vida, mulheres e homens passaram a adaptar-se às novas condições de saúde, sociais e sexuais. O homem ganhou um coadjuvante na sua sexualidade, o viagra/ciális/levitra, a mulher ganhou com a evolução tecnológica e com o advento das reposições hormonais. Começou a pensar-se mais na qualidade de vida associada à idade/velhice, sendo a sexualidade importante para a mesma.